terça-feira, 24 de setembro de 2013

"O QUE FALTA E NOS FAZ FALTA EM CARRAZEDA DE ANSIÃES?

Penso ser fundamental perguntar para aprender e saber. Por isso, não posso deixar de começar por fazer duas perguntas que se me impõem e aguardam resposta.
Como marcar a diferença, no tentar ver objectivamente o que falta e o que, subjectivamente, apreendemos que nos faz falta, na nossa terra?
É preciso inquirir, aprender e saber ouvir todos, ...sem qualquer excepção.
Que fazer, para além da “ambição”, “progresso e solidariedade” da crise que mina soberania nacional e qualidade mínima de vida?
Palavras e promessas repetidas, como todos sabem, leva-as o vento que passa… Sou partidária das acções que afinal de contas nos definem, e pouco crente em discursos, panfletos e comícios, embora reconheça a verdade do povo, de que “é a falar que a gente se entende”.
Em Carrazeda de Ansiães, somos actualmente poucos, cada vez menos, (7246 eleitores e 14 freguesias) tendência que podemos e temos de ousar inverter, porque embora poucos, somos resistentes e temos do nosso lado, algumas e não pequenas vantagens.
Precisamos de saber revivificar e rentabilizar uma longa tradição de forte identidade fronteiriça, um rico património local a preservar, a história longa de um dos mais antigos concelhos de Portugal, sempre afirmada em defesa da sua independência, recursos naturais na região do Tua e Douro – paisagem cultural e património mundial, reconhecidos - , trabalho e inteligência humana, localização estratégica afirmada nas regiões entre Trás-os-Montes e Alto Douro, vocação e capacidade para fazer as mudanças necessárias para que valha a pena visitar, trabalhar e viver em Carrazeda.
Como diz o meu neto mais velho, criança citadina de 7 anos, “Carrazeda é uma cidade pequena mas muito interessante” ; o mesmo que, com apenas 3 anos já observava “que esquisito, vó, uma estrada no meio dos montes que vai dar ao céu?!...”
Também eu quando criança, nas noites soalheiras de verão, aprendia com o meu pai, ferreiro e tocador de violino, a encontrar no firmamento “o sete estrelo”, notando que aqui o céu está mais pertinho das nossas cabeças, espanto que guardo como desafio a inquirir-me constantemente.
Continuo apologista da nossa velhinha e sábia lição de que “o trabalho do menino é pouco mas quem o desperdiça é louco”
Foi neste espírito de consonância, orgulho e admiração pela minha terra e seus obreiros exemplares, sempre presentes, que, nas últimas eleições autárquicas de Carrazeda de Ansiães (2009-2013), enquanto candidata independente na lista do PS, fui eleita como deputada à Assembleia Municipal – importante órgão deliberativo de soberania autárquica, a que cumpre dar voz activa e interveniente, face aos problemas e anseios das populações do concelho, “controlando” em seu nome e fiel representação, os actos do poder executivo camarário.
Procurei aí cumprir com isenção e intervenção activa o mandato que me foi confiado pelo voto dos munícipes meus conterrâneos a quem, penhoradamente, agradeço a confiança, o muito que pude aprender sobre a vida, problemas e meios do concelho e o que também me foi possível fazer, sobretudo pelo magistério de influência crítica e interventiva de que nunca me demiti.
Em idêntica posição me encontro nestas eleições autárquicas para os próximos anos 2013-2017, em que as mulheres representam ainda apenas 27,7% do total de eleitos no poder autárquico nacional, mas agora, penso, já mais experiente, melhor conhecedora das virtualidades e constrangimentos do concelho, suas freguesias e populações naturais e/ou residentes e mais determinada ainda a encontrar e fazer valer as melhores soluções para os mesmos.
Assim quero partilhar aqui convosco, duas ideias força, simples, mas que como todas as coisas simples, podem ter o poder de influir e frutificar.
A primeira é o desejo que manifesto, simbolicamente falando, de um
1. Casamento feliz entre as duas metades do concelho: a “ribeira” e a “frieira”.
Para unir de facto, em harmonia e mais-valia recíproca, as duas metades da nossa identidade de fronteira: a “ribeira”, por um lado, nas margens dos rios que nos circundam onde se localiza parte substancial das nossas energias - barragens e quintas de Vinho do Porto, tratado e comercializado há séculos por ingleses, escoceses e outros estrangeiros, que queremos como autênticos aliados e, por outro lado, a “frieira” que marca o planalto que também nos define e centraliza a rede de bens públicos e serviços,
é preciso aprendermos quanto antes a prática constante do “Pensar globalmente, agir localmente”.
Esta é uma frase já bem conhecida que marcou a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento realizada no Brasil (Rio-92, com a presença de muitos países do mundo, um dos mais importantes instrumentos que serve de modelo para se tentar compatibilizar o desenvolvimento económico com a justiça social e a preservação ambiental. Esse documento contém consensos e propostas para que os países tomem medidas para garantir a conservação e o uso dos recursos naturais através de actividades de forma sustentável, em relação aos padrões de produção e de consumo e para uma melhor qualidade de vida para as atuais e futuras gerações.
Servimo-nos aqui dessa frase porque define bem o caminho da desejada internacionalização das nossas terras, já individualmente aberto pelos nossos emigrantes de ontem e de hoje. Essa abertura ao mundo, a partir do local que em certo sentido, já o contém em muitos aspectos, continua a faltar e faz-nos falta. É uma espécie de guia de planeamento e acção concertada na diferença, que trata de transformações culturais e de valores, identifica problemas, propõe soluções, faz estimativa de custos de investimento para conseguirmos a mudança efectiva e profunda rumo ao nosso desenvolvimento integrado e participado por todos.
2. A segunda ideia chave do meu pensamento é a de afirmar as vozes que por uma ou outra razão se encontram mais silenciadas, como a das mulheres, para referir apenas um dos exemplos mais falados, embora, contraditoriamente, silenciados
Precisamos de ter a “ambição” do “progresso e solidariedade”, mas também e antes de mais, a humildade democrática de reconhecer quem somos, os lugares que ocupamos e onde estamos com suas exigências e obrigações, para poder cumprir o nosso papel de cidadãos activos com os deveres e direitos que a cada um de nós cabe.
E como mulher que sou, revejo retrospectivamente o desempenho da administração local autárquica, pós 25 de Abril de 1974, em Carrazeda de Ansiães.
Muito caminho se fez, muito continuou esquecido e soterrado “nas brumas da memória” que é preciso resgatar para ser feito, mas muito mais há ainda por fazer, encruzilhadas em que estamos, espero e desejo que prontos e decididos a contribuir para fazer
acontecer as mudanças que foram sendo sempre, neste já longo percurso, adiadas, desbravando novos e múltiplos caminhos e luzes bruxuleando ao fundo dos túneis.
A participação feminina ocupava há bem poucos anos atrás, menos de 10%, (24905 mulheres em 276.068 homens e mulheres) nos últimos 23 anos (de 1982 a 2005), num total de 308 municípios e 4261 freguesias, universo hoje grandemente reduzido pela reforma administrativa centralmente ditada e imposta que extinguiu, arbitrariamente, centenas de freguesias, “praga nacional” que atacou também o nosso concelho, como outrora a filoxera, moléstia das videiras que viria mais tarde a ser factor de expansão vitivinícola, no Douro Superior.
Incluo-me, conscientemente e com orgulho, nessa pequeníssima fatia, por direito próprio e luta independente continuada, há mais de 40 anos da minha trajectória política.
Por educação e formação, que devo sobretudo a meus pais, carrazedenses empreendedores, justos e solidários que souberam sempre e nos ensinaram a fazer jus á memoria e trabalho de seus, nossos antepassados, ponho como sempre, os meus deveres cívicos à frente dos meus direitos por que não deixo também de pugnar, com lucidez, pertinácia, elegância e respeito pelos demais.
Simplesmente, nunca me demito, nem demitirei, das minhas responsabilidades públicas, tento sempre ser exemplo, substituindo as palavras por actos, penso e observo, criticamente, mais do que critico ou falo, e sobretudo exijo de mim como espero de todos outros."

Por Otília Lage, candidata da lista à AM do PS

sábado, 21 de setembro de 2013

Apoios...


"Não somos Alternativa, Mas Somos a Solução,
Apoiamos o PS com Toda a Convicção"

Sou contra o Racismo Saloio ...

Sou contra o Racismo Saloio Regional na era da Globalização.

A baixeza continuou esta noite no Amedo. O candidato à AM do PSD, numa tirada de racismo saloio até duvidou da minha terra natal. Olhe Sr. Dr. veterinário municipal, nasci em Zedes, com muita honra e prazer, fui de pequenino com os meus pais para Angola, e ainda bem que fomos, retornamos à pátria, como tantos que há pelo Concelho, e voltei para Zedes para não morrer na guerra.
Quanto ao meu desempenho na Assembleia Municipal foi a oportuna e necessária e pode ser testemunhada pelos outros colegas e, para dizer bacoradas e auto elogios mais vale estar calado do que cair na asneira fácil como por vezes caiu, mas pode continuar a gastar o seu latim baixo, mal-educado, nos comícios que isso não me afeta e faz ricochete contra si. Já agora, eleve o seu nível de ataque arruaceiro.
Até sempre.
É que quem não se sente não é filho de boa gente, e eu sou felizmente, agora o senhor que não conheço de lado nenhum já não sei, e a sua dor é andar a mexer na porcaria e já ter começado a cheirar mal porque os ouvintes já estão a ficar farto,  e a pena é que ainda ninguém lhe disse que em vez de andar a tentar denegrir-me já que não tem nenhum argumento para me atacar, seria melhor apresentar propostas para quando for presidente da assembleia de que forma vai fiscalizar o executivo e vai contribuir para que haja melhor educação na sua estratégia. Afinal tanta raiva porquê contra mim? Não tenha medo que eu defenderei todos os postos de trabalho a não ser que o Passos me obrigue a fazer o contrário mas tudo farei para defender o lugar de todos, até o seu sr. veterinário municipal. E por aqui me fico. Um abraço cordial. E já agora boas jantaradas mas cuidado com as congestões.

 PS. E dou por encerrado este assunto.
de Dr. João Sampaio - In: facebook

Programa Eleitoral do PSD de 2009...


Qual é a diferença atual?
A propósito do Programa Eleitoral do PSD / 2009.
"Já concluí a leitura e apontamentos do programa de 2009 (PSD). Tirei as minhas ilações e comparações e falo então dele. Ontem estivemos no Tua e mesmo tendo ido mais cedo não consegui encontrar o Posto de Turismo e a prometida requalificação da "... zona Ribeirinha de Foz-Tua está um espectáculo! Ando a tentar encontrar fotos de Foz-Tua de há 20 anos para comparar... Passei por Ribalonga para ver o Centro Interpretativo do Ciclo do Vinho e talvez porque a noite já tinha caído não o encontrei (talvêz porque está mal sinalizado), pelo que terei que lá voltar... Cada vez que tento saber com que vilas de França e Espanha a nossa vila está geminada não encontro... a culpa será dos espanhois e dos franceses que ainda não construíram uma vila parecida com a nossa... nalguns aspectos vai ser muito difícil !! "Aproveitar as potencialidades turísticas do Douro P. Mundial realizando eventos..." Talvez tivessem oferecido canas de pesca mas aqui confesso que não ouvi nada! Porventura andei distraído... não posso estar a par de tudo como compreendem... "Criar Casa da Juventude onde funcionará Centro de Convívio de informática e apoio ao estudo..." A Casa ou é virtual ou então caiu... "Criar um Centro de Formação e Convívio Sénior" (cito). Preciso das coordenadas (GPS)... "Dinamizar a intervenção dos jovens ... promovendo o debate de propostas apresentadas pela Câmara Municipal (cito). ?????? Onde aconteceu? Quando????? Com quem? Estaria eu de férias nessa altura?? Acho que não porque eu não tiro férias! A pag. 9 - " Apoiar a organização e promoção de eventos desportivos de prestigio e de indiscutível interesse a nível local, regional e nacional ..." (cito). Neste aspecto (local) vem-me à memória as corridas em carrinhos de rolamentos em Amêdo, Parambos, Tralhariz, mas aqui acho? que foi com o meu apoio e de todos aqueles que ajudaram juntos com as associações e pessoas locais. Talvez e no contexto nacional lembro-me dos aviões e helis que ano após ano nos vêm ajudar a apagar os incêndios e que sempre juntam muita gente para os ver ... talvez porque "Dinamizar o gabinete técnico florestal" (cito - pag. 11) não chegou, ou, as plantas de apoio aos agricultores "... na aquisição de plantas autóctones, para reflorestação florestal" (cito) ainda não chegaram! Uma coisa que me chamou à atenção foi na pag. 13, "Criar o museu da telha em Luzelos" (cito). Deve estar feito à escala 1:20 !!!!!!! Isto são apenas alguns exemplos para este texto de conversa no face. Mas vejamos: As ideias "escritas" são boas e eram desejáveis. O problema é que não encontro uma CONCRETIZADA. A pergunta é simples: Para que se anda a enganar as pessoas? Meus caros: No meio de tudo isto há uma questão que é fundamental em qualquer sociedade. Não espezinhar, não atropelar nem por de lado com se fossem seres inferiores ou defeituosos aqueles que defendem as suas ideias que no fundo são comum a todos para o bem do nosso concelho. Dizia-me ontem um transeunte. "Você é bom rapaz, acredito em si e até acho que v. até eram capazes de fazer alguma coisa de bom pela nossa terra mas... é do PS! Descobri então que ser do PS é defeito! Mas como sempre ouvi dizer que NÃO HÁ pessoas perfeitas eu vou continuar a defender as minhas ideias no Partido Socialista.
Abraço."
Texto de Victor Carlos - in: Facebook

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Candidatos do PS

Candidatura à União de Freguesias de Belver e Mogo de Malta para as Autárquicas de 2013.

Cabeça de Lista: Carlos Manuel Fernandes

Candidatos do PS

Candidatura à Assembleia de Freguesia de Seixo de Ansiães para as Autárquicas de 2013.

Cabeça de Lista . TIAGO PINTO

Candidatos do PS


Candidatura à União de Freguesias Amedo e Zedes para as Autárquicas de 2013.
Cabeça de Lista . Luiz Sampaio

Troca de ideias...



Ontem no almoço com membros da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Douro (representes da Régua e Penedono) que se realizou em Cidadelhe, Mesão Frio,

Morrer Feliz: Helder de Carvalho


“Para o ano faço 60 (sessenta) anos. Quarenta terão decorrido em democracia. Já vivi o suficiente para perceber a importância de Abril de 74.

 
Aos catorze anos deixei o nosso interior rural para aportar à cidade do Porto. Como foi difícil a minha integração. Tive uma juventude feliz em Carrazeda, apesar de ver próxima a miséria, sem a experimentar verdadeiramente. Fazia facilmente amigos e via como muitos deles se tornavam órfãos cedo de mais, já que os pais emigravam à procura de sustento.

A lida no campo era realmente miserável para quem trabalhava por conta de outrem, mesmo assim, muitos ainda conseguiam dar educação aos filhos e mandá-los a estudar para a cidade. Para outros restava o vício do vinho para esquecer, ou a religião para sonhar com o céu.

Era daqui que partiam também muitos recrutas a caminho das guerras do ultramar, não sabiam como escapar e alguns de lá vieram em caixões.

Quando fui estudar para a cidade abriram-se os meus horizontes. Em paralelo aos estudos, pratiquei atletismo (FCP); fiz teatro ( TEP); fiz expressão corporal (PARNASO); inscrevi-me em associações recreativas e culturais, e ajudei a criar algumas; vi cinema em cine- clubes; li livros; fiz exposições; viajei; convivi e namorei.

Pouco antes do 25 de Abril vieram companhias que me ajudaram a tomar consciência da realidade politica e social do meu país, que não tinha verdadeiramente. Nessa altura assisti frequentemente a julgamentos políticos no Tribunal de S. João Novo; participei em manifs; li autores proibidos.

Com a chegada da revolução não fui dos primeiros a reagir, nem aderi a qualquer partido, dos entretanto formados. Julgava-me anarquista, portanto mais radical que os outros. Apesar de aceitar o grupo, apostei sempre na opinião própria e percebi cedo que a democracia era a vontade da maioria.

Para mim o importante é sentir que tenho razão e a maioria nem sempre a tem. No meu percurso de vida nunca esqueci a terra que me viu nascer. Ao seu serviço estive sempre disponível. Exerci nela sempre que pude, um papel de cidadão activo que é fácil de atestar. Contudo e no cômputo geral, nunca senti que a minha terra tivesse ganho, como eu ganhei pessoalmente, com a chegada da democracia.

Não vi mudar as mentalidades mais influentes, incluindo as dos que cuidam do espírito. Não vi nascer o gosto pela liberdade. Não vi crescer o sentido de solidariedade. Não vi desaparecer o caciquismo. Não vi crescer equitativamente a qualidade de vida das suas populações. Não vi desaparecer o flagelo da emigração. Vi melhorar as infraestruturas físicas, mas não vi paralelamente melhorar a qualidade de atendimento, a qualidade de aprendizagem, o apoio social de proximidade, as condições para que os que aqui têm raízes, conseguissem ser felizes.

Com a fuga de muitos, desapareceu o sentido de identidade, o orgulho que é próprio de quem tem um passado com história , onde se poderiam encontrar exemplos de outra grandeza.

No momento actual em que voltamos a ter eleições autárquicas, em que mais uma vez se decide sobre o futuro do concelho, é triste ver como se continua a ignorar o sentido da realidade e, se propõem falácias e usa a demagogia para convencer os menos esclarecidos.

E era tão fácil conhecer a prática de cada um dos intervenientes que se propõem ao escrutínio.

 Como não me conformo, ainda acredito que hei-de morrer feliz na minha terra.”


qua Set 18, 12:47:00 AM

AnónimoAnónimo disse...

Concordo com a análise. Mais uma entre tantas outras aqui explanadas. Pena que seja mais uma que surge em plena campanha eleitoral. Daqui a umas semanas, a boca cala-se e lamenta-se daqui a 4 anos. Todos os vários artigos surgidos nas últimas semanas têm um propósito. PSD e CDS já mostraram que não estão à altura. Quem sugerem???
qua Set 18, 01:20:00 PM

http://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif

 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Temos que Acreditar...


“(…) Temos que acreditar que as mudanças trazem algo de benéfico e melhor, basta olhar para os Concelhos à nossa volta e ver como a alternância gerou condições diferentes e melhores de investimento e de desenvolvimento social e cultural.
Chegou a nossa Hora e, como tem que ser, todos temos de acreditar que não podemos esperar mais, porque os tempos e as pessoas o exigem.
É hora de apostar nas pessoas e em pessoas empenhadas por um presente e futuro melhor e credível. Por isso, podem contar connosco e com o nosso empenho e daqui a 4 anos tereis a oportunidade de dizer que valeu a pena acreditar e apostar em gente da terra que sempre a ama e amou e tem consciência dos tempos difíceis que todos já vivemos. (…)”
“ Vamos Todos Agir Por Carrazeda… e assim, Afirmar o nosso Concelho”
PRIMEIRO AS PESSOAS
Palavras do Candidato à Câmara
João Sampaio
In: Programa Eleitoral

Por Terras de Pereiros e Codeçais


Agir Por Carrazeda...Afirmar o Concelho


Pelas Terras de Codeçais e Pereiros...

Intervenção do Escultor Hélder de Carvalho explicando ao eleitorado a necessidade de reivindicação permanente pela autarquia das contrapartidas com a construção da Barragem do Tua e as eventuais limitações inerentes à criação do Parque Natural do Tua.
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 14 de setembro de 2013

Candidatos à Câmara e Assembleia Municipal - Carrazeda de Ansiães.

O Partido Socialista apresenta os seus candidatos ás próximas Eleições Autárquicas para os seguintes Órgãos da Autarquia.

A -  Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães:

1º João Sampaio - Inspetor da Inspeção Geral da Educação e Ciência,
2º Vânia Seixas,
3º Victor Carlos Fernandes,
4º Cristiano Moutinho,
5º Sónia Reis.

B- Assembleia Municipal:

Elsa Samões, -  Empresaria
António Santos,
Maria Otília Lages,
Hélder de Carvalho,
António Ribeiro,
Gil Pinto,
Manuel Barreiras Pinto,
António Samorinha,
António Lima,
Maria Félix,
António Constante,
Abílio Cardoso,
Paula Carvalho,
Rui da Silva,
Marta Rodrigues,
Joni Sousa,
António Samões,
Maria do Céu Fernandes,
José Pinto,
Júlia Ribeiro.
 Eu Acredito nesta equipa de Trabalho, acredito nesta equipa de Rigor. "Pois se Tiver de Ser que Seja Agora..."





Um Presidente banal: Hélder de Carvalho



"Possivelmente o aspeto positivo que a gestão do Prof. José Luís  teve no nosso Município foi o pagamento aos Bancos, de uma percentagem da divida descomunal, que herdou. A memória é curta mas há quem se recorde da responsabilidade que ele teve também na contração dessa divida e no modo desregrado com que se usou esse dinheiro. Assim, não fez mais do que a obrigação de, com o nosso dinheiro,  tapar parte do buraco que ajudou a fazer. O buraco continua a existir e sabe se lá de que tamanho!
 Numa apreciação geral podemos perguntar-nos que evolução teve o nosso concelho com a sua gestão?
 Ganhou alguma projeção de índole política, económica e social?
 Gerou alguma riqueza?
 Evoluiu em comparação com os concelhos limítrofes, que são a sua referência?
 As populações tornaram-se mais prósperas, mais evoluídas ou mais solidárias?
 Numa  apreciação  do estilo e modo de desempenho de presidente pergunta-se:
 - Terá desaparecido o compadrio! As pessoas foram mais ouvidas! Houve mais sensatez na gestão da coisa pública!  Houve  mais competência  e sentido crítico?
 São perguntas para as quais cada um terá a sua resposta.
 Atendendo à conjuntura atual em que, para o Estado ter dinheiro para distribuir, precisa de o surripiar em impostos junto de quem trabalha ou  de  quem já trabalhou, pergunta-se  :
 - Qual a diferença entre ter  investido num cemitério inútil ou agora na reconstrução de um moinho de vento trivial?
 - Para que servirá um novo mercado municipal já que se sabe que o anterior não funcionou por falta de dinâmica do comércio da Vila?
 - Porque será que se mantém iluminado o Pinocro da Fontelonga, o Parque de Merendas do Sr. Eugénio e a envolvente à Piscina, e não conseguem fazer chegar a luz às muralhas do nosso Castelo, quanto mais não seja, para viabilizar o posto de atendimento que lá construíram, sem água e luz?
 - Porque será que há dinheiro para fazer museus, recuperar lagares, calcetar e iluminar becos, construir nichos e fazer festas e não há dinheiro para adquirir o Solar degradado dos Mesquitas, na povoação das Selores,  que é a nossa joia mais valiosa de património construído!
 - Porque será que há tanto comodismo, tanta falta de conhecimento  e tanto mau gosto, por exemplo na Divisão do Pelouro da Cultura desta Câmara Municipal?
 - Porque será que esta gestão camarária, que se diz tão poupada e rigorosa,  não foi capaz de resolver a ilegalidade da Empresa “ Águas de Carrazeda” onde continuam a trabalhar ilegalmente funcionários do Município? 
 Quem assim fala acredita que estes cenários poderiam  ser diferentes. Acredita que é possível contar com gente competente e capaz de  ajudar a mudar o nosso destino. Acredita que é possível convencer quem trabalha a investir nas nossas potencialidades, acredita na gente da Diáspora que está disposta a contribuir, acredita nas potencialidades e riqueza do nosso concelho. Tem orgulho do património que herdou dos seus antepassados.
 Só com as pessoas  poderemos pensar em futuro. Por mais  Parques Desportivos, Piscinas Municipais, Casas Mortuárias, Centros Culturais, Museus temáticos, Moinhos recuperados,  saneamentos e eletrificações, jardins,  festas e romarias, nada terá justificação se não houver gente para viver e usufruir. Ora o que acontece é que cada vez temos menos gente válida e inválida no concelho. Os válidos parece  que fogem daqui. Porque será?   
 Quem é que ainda acredita que é possível, apesar da perda de previsíveis direitos  e regalias (Tribunal Judicial, Finanças, Escola de Terceiro Ciclo, Gabinete da EDP, Etc.)  ainda é possível não perder o concelho?
É com estes que temos de contar."
 Helder Carvalho.
 
(Transcrito do Blogue: Pensar Ansiães de 11 de Setembro de 2013)

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Programa Eleitoral do PS (Autarquicas 2013)

A candidatura do Partido Socialista apresentou, ontem, domingo, dia 8 de setembro, o programa eleitoral aos militantes, simpatizantes e aos carrazedenses em geral, bem como à comunicação social.
Estiveram presentes na cerimónia, que se realizou na Sede de Candidatura, Jorge Gomes, Presidente da Federação do Partido Socialista e o Secretário Nacional do mesmo partido, Dr. Álvaro Beleza que enfatizou a situação atual do país.
Inspirou-se na visita que fez ao Castelo de Ansiães para apelar a todos que “tenham orgulho de serem transmontanos e carrazedenses, assim como verem os carrazedenses que morreram para defenderem Portugal. Todos temos de ter coragem para lutar pelos ideais da Liberdade, da Igualdade e da Solidariedade, sem medo”, palavras marcantes do Dr. Beleza.
O secretário nacional do Partido Socialista, no seu discurso comparou o candidato Social Democrata ao município como uma qualquer candidatura de Passos Coelho de “politica de tesoura na mão para mais cortes”. Reforçou ainda a ideia da interioridade num país em que os “princípios não podem estar à venda pelo número de votos” e defendeu por isso a “permanência de hospitais, escolas e tribunais nestes territórios mais desertificados”.
Já o candidato independente João Sampaio, pelo PS, alertou para a clarificação que todos os candidatos às juntas do concelho devem fazer  “desmontando junto do eleitorado as confusões que o atual poder instala entre os eleitores, ao divulgar obras de cariz nacional ou sustentadas nas medidas de compensação da EDP referentes à barragem de Foz Tua e as coloca como sendo de sua autoria.” Por fim, frisou que a prioridade da sua equipa é “servir as pessoas e não servir-se delas nem das instituições”.
O objetivo de congregar, cimentando cada vez mais o relacionamento entre os elementos das listas e gerar o convívio, com a finalidade de alcançar o mote para a Campanha que se avizinha, foi atingido.
 

sábado, 7 de setembro de 2013

Ser Transparente

Ser transparente será apenas não mentir? Não enganar os outros? ser sincero? Ou ser simples e correto?

Não!
Ser TRANSPARENTE é ir mais além!
É ver para além da montanha no horizonte....
É ter coragem de ser frágil. Por que não? Todos passamos por isso, por alguns momentos na vida.

É também ter coragem de chorar e de falar o que sente, de dizer a verdade. No fundo, todos carregamos uma "máscara".

Então, ser Transparente é deixar essa máscara cair e passarmos a ser a pessoa que somos!
É preciso baixar as "armas" e destruir os muros que costumamos levantar!

Mas a maioria das pessoas prefere não correr o risco, prefere a dureza da sua razão.

Talvez seja por isso que o mundo se encontra nesta Triste Forma!

Apresentação do Programa Eleitoral do PS

Domingo, dia 8 de Setembro de 2013, pelas 18 horas ,  na sede de campanha, vamos ter o Dr. Álvaro Beleza, do Secretariado Nacional do Partido Socialista, que participará na sessão de apresentação pública do programa eleitoral da candidatura do PS, com o intuito de manifestar o seu apoio, bem como o apoio da estrutura nacional do partido à nossa candidatura concorrente aos vários órgãos autárquicos em 2013.
Assim, desde já enderecemos o convite a todos os que queiram acompanhar este evento politico.

Contamos com a vossa presença.
 
O Candidato à Câmara Municipal
 
(Dr.) - João Sampaio

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Carrazeda merece muito mais.


João Sampaio, Candidato Independente à Presidência da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães “de pé ente pé” vai ganhando a confiança do eleitorado.

Homem Prudente, Dedicado e Trabalhador vai dando confiança e vontade a todos os que querem "Agir por Carrazeda … Afirmar o Concelho".
Esta é a sua máxima na campanha para as Autárquicas de 2013

Carrazeda merece muito mais.

 

domingo, 1 de setembro de 2013

domingo, 18 de agosto de 2013


João Sampaio, no contacto com a realidade e com as gentes.

O Candidato ontem esteve na festa do Senhor da Boa Morte, no Castanheiro, acompanhado pela Cabeça de Lista à AM a empresária Elsa Samões, e pela Eng.Vânia Seixas, e pelo mandatário da Campanha, Victor Fernandes e encontraram-se com vários membros da lista à União de Freguesias e entre eles o Cabeça de lista do PS, José Luís Pereira.
Já esta manhã esteve nas Areias onde falou com várias pessoas e aproveitou antes de rumar até Misquel para tomar café no Pôr do Sol, em Pinhal do Norte.

A DEMOCRACIA É UM BEM...

A DEMOCRACIA É UM BEM...A ALTERNÂNCIA É NECESSÁRIA PARA AFIRMAR O CONCELHO, COM AS PESSOAS E PARA AS PESSOAS!

Um fim de semana rico em contactos. Várias reflexões sobre o nosso Concelho. As prioridades para o futuro, num Concelho com virtudes tamanhas mas onde um certo caciquismo, sim caciquismo, é a palavra certa, reina.
Este fim de semana uma candidata duma lista do PS a uma assembleia de freguesia do nosso Concelho, vira-se para mim e diz-me: - "temos de ter coragem, e pelas pessoas do nosso Concelho e pelos nossos jovens temos de a ter, e não nos deixarmos abater pelas pressões. Ora agora por se ter uma casa aberta não se pode manifestar democraticamente as nossas preferências? A cada passo vem gente dizer, olha lá tem cuidado...."
E fiquemos por aqui. Afinal só quem é do poder é que se pode manifestar???É que pode singrar na vida? Ter sonhos e ideais?...
Caras e caros carrazedenses não nos podemos deixar abater. Não podemos recear os ataques, até pessoais que certos "meninos", bem sinalizados, se servem para defender o taxo....A melhor resposta é a indiferença e continuar a senda da verdade e do esclarecimento e de indicar o nosso projeto, para as freguesias, para a Câmara e para a Assembleia Municipal. Os elementos das listas do PS, os carrazedenses simpatizantes e apoiantes da nossa Candidatura, não são um bando de mulheres e homens, mal formado e malfeitor. Somos gente digna e carrazedenses concretos e com mostras dadas. Somos gente que amamos a terra onde nascemos ou onde muitos vivem e a amam também como sua terra.
Aqui vos deixo alguns registos da minha passagem pela Vila de Carrazeda, este fim de semana, pelo Castanheiro (Santuário do Senhor da Boa Morte, onde na companhia da Eng. Vânia Seixas, de Parambos e da Prof.ª Elsa Samões, do Castanheiro (cabeça de lista à Assembleia Municipal, participámos na Eucaristia e Procissão e à noite juntou-se o mandatário do PS e 3.º da lista à Câmara, Victor Fernandes, e ainda elementos da lista da União de Freguesias do Castanheiro e Ribalonga), nas Areias, no Amedo, e em Misquel, onde almocei (na companhia da Eng. Vânia e do casal Cristiano e Susana e filho- a feijoada estava excelente a organização e as senhoras estão de parabéns.).
Um fim de semana rico de emoções e de conclusões: temos de acreditar e todos não podemos ficar insensíveis, pois, temos todos de agir por Carrazeda e assim Afirmar o Concelho.
Conto com cada carrazedense, todos somos importantes, e juntos somos mais fortes.
 
Contem sempre comigo...não só agora mas sempre!

sábado, 17 de agosto de 2013


Caras/os Carrazedenses:

 Obrigado por terem vindo dar-nos a vossa força e mostrar que é possível com o esforço de cada um mobilizar os carrazedenses para a mudança de gestão autárquica que se anseia e é necessária para o desabrochar de uma nova forma de pensar e sentir Ansiães em que o medo deixe de ser a desculpa para os compromissos de cidadania. Não digo que seja o derradeiro desafio de cidadania da minha vida, mas por certo é o mais desafiante e o mais arriscado. O estado de gestão do nosso Concelho é de um verdadeira ilusão, e todos somos convocados a partir deste exato momento para junto das pessoas, amigos e vizinhos, elucidar as pessoas de que a realidade está escondida.
A nossa candidatura tem uma dimensão inclusiva, de agregação de todos os cidadãos que vão agir pelo desenvolvimento do Concelho.
- A nossa candidatura assenta, por um lado, numa estrutura partidária, a do PS, com o seu papel de consolidação democrática;
- E assenta ainda em pessoas desligadas das estruturas partidárias de índole mais independente e que estão apostadas no desenvolvimento deste pedaço do território nacional que tem uma matriz que o caracteriza, desde Ansiães, neste país, na Europa e no mundo e por todos os lugares onde vive um carrazedense;
- O cenário na atual conjuntura do país não é fácil
- Num concelho onde: - Em 10 anos decresceu a população em mais de 10%.
- Onde a GRANDE percentagem de habitantes são idosos.
- Onde não há empregos e os jovens têm de sair e procurar vida noutro sítio.
Não nos enganemos, não sejamos demagógicos, não há receita clara e milagrosa para isto.
- No entanto temos de aproveitar as oportunidades que o concelho nos dá, na área do turismo, da agricultura e TENTAR INVERTER O PARADIGMA, ASSENTANDO O FUTURO na tecnologia e no apoio aos jovens empreendedores.
- Contribuir para termos Juntas mais tecnológicas capazes de darem respostas com eficiência e eficácia aos cidadãos.
 - Contribuir para Reforçar as condições de excelência no que ao ensino diz respeito, trabalhando articuladamente e aproveitando este recurso para a qualificação e apoio na dinamização cultural, turística e social.
- Mas é URGENTE, tudo fazer também em articulação com outras autarquias e instituições, governo central e potencialidades de fundos europeus, para travar a saída dos jovens que ainda sobrevivem no nosso concelho e apoiar os mais adultos desempregados a tentar novas saídas.
Com a Colaboração de Todos os Carrazedenses, independentemente da sua identidade partidária, e com o apoio de cada um de vós, vamos desenvolver:
-Políticas com estratégias que aproveitem as sinergias locais,
- que atraiam investimentos e fixem os naturais,
- Políticas planeadas que priorizem o investimento a curto, médio e longo prazo;
- Políticas administrativas que valorizem os mais capazes e produtivos e incentive a todos para darem o seu melhor de acordo com as suas mais-valias;
- Políticas que busquem ideias inovadoras originais e criativas.
Vamos Implementar estratégias e ações de proximidade com as populações.
- Descentralizar tarefas, fazer reuniões nas aldeias (reuniões de trabalho e inclusive reuniões de Câmara e Assembleia). Ações de Iniciação à Informática nas aldeias para pessoas adultas para aproximação das pessoas.
- Descentralizar serviços ou fazer itinerância de serviço;
Vamos Ouvir quem sabe:
- Pedindo pareceres especializados para justificar tecnicamente decisões, ouvir e divulgar pareceres e opiniões de especialistas, tendo em conta sempre a racionalização dos custos e as mais-valias.
- Sem substituir ninguém mas influenciando outras entidades, vamos incentivar a promoção de conferências/ palestras sobre temas de interesse para a região (economia, gestão, legislação, normas, etc.) pelas coletividades e outras organizações concelhias.
- Vamos reafirmar o Concelho através do Turismo de permanência segura e dinamizada.
Quanto às nossas prioridades, Para além das infraestruturas há que olhar com objetividade para 9 aspetos essenciais:
1- A dimensão social: - A urgência social é cada vez mais elevada, exigindo por isso respostas sociais mais rápidas e a autarquia estará ao lado dessa ação.
2 - Atrair investimento:
- Através da disponibilização de espaços para a criação de empresas de base tecnológica e com vista também ao trabalho em rede: criar infraestruturas tecnológicas de topo para atrair empresas de base tecnológica, utilizando o centro Cívico e as instalações do agonizante mercado municipal.
- Atrair e contribuir para o desabrochar de fluxos turísticos e comerciais (Foz-Tua; Sr.ª Ribeira…);
- Apoiar a dimensão agrícola (biológica) e agroindustrial do Concelho;
- A promoção local, nacional e internacional da nossa cultura, do nosso património natural e construído (O Roteiro do Religioso, O Roteiro Geológico, etc…); A externalização de serviços no domínio cultural.
- A promoção de parcerias com a UTAD e IPB, o conhecimento ao serviço do desenvolvimento;
3 – Atender a novas soluções, com realismo e sem demagogia para fazer face:- À falta de oportunidade, de modo particular para a juventude e para os desempregados.
4 – Incentivar a animação para os turistas ficarem mais tempo no Concelho, incentivando empresas que ofereçam pacotes de percursos/visitas de qualidade e com segurança (temos dois rios e um vasto território rico em pessoas e potencialidades naturais e construídas (o ecoturismo, o desporto natureza, as quintas, as igrejas, etc…);
5- Incentivar a dinamização da vida social e económica das freguesias e a criação do próprio emprego;
6- Reforçar a proximidade das freguesias e dos eleitos com os cidadãos, as pessoas em concreto;
7- Incentivar a criação de eventos de qualidade para a promoção dos produtos da terra: o Vinho; a amêndoa, azeite, artesanato e gastronomia, do folar, da laranja e dos licores e produtos da terra, olhando com um carinho mais profissional e permanente para a Feira da Maça, a qual tem de ser repensada.
8- Gerar dinâmicas para contribuir na promoção das festas das aldeias, e contribuir para a dinamização socio-turística, em particular, da Festa de S.ª Águeda e Santa Eufémia e para isso daremos todo o apoio para a criação da Confraria da Marrã para incentivo da promoção do nosso fumeiro tradicional e assim incentivar o aparecimento de novos produtores nesta área, promovendo parcerias empresariais para o escoamento dos produtos;
9- As escolas são centro de conhecimento que podem apoiar as pessoas e a autarquia e em conjunto articularem atividades que tendam para o desenvolvimento do Concelho, por isso, temos de todos de repensar o ensino no Concelho, não podendo descurar estes espaços de formação e de saber - centros de recursos que podem e devem contribuir em articulação municipal para o desenvolvimento de iniciativas promotoras de conhecimento e divulgação.
A autarquia tem entre outras como missão intervir na divulgação dos nossos produtos da terra e o mercado vinícola local, em virtude:
e oferecer melhores condições a nível de marketing local e internacional.
Neste tipo de comércio, no caso vinícola, a divulgação situa-se como o ponto de partida para o negócio e aliado às tecnologias de informação é considerado um potencial factor de crescimento económico.
 Nesta medida, a autarquia irá aprimorar essa divulgação através do seu website com informações relativas aos vinhos atingindo assim um público-alvo diferente.
- A posição da autarquia remete-se assim para preencher a lacuna existente em certos profissionais na divulgação dos seus produtos desenvolvendo e produzindo a divulgação dos seus vinhos e da sua cultura associada através da sua plataforma informática.
Carrazedenses para afirmar o Concelho temos de inverter o paradigma e pensar Ansiães para lá do nosso quintal e pensar no Concelho com um todo integrado. Todas as freguesias são dignas de tratamento igual. Não poderemos gerir uma câmara em função das eleições mas das necessidades dos munícipes. Só se agirmos e lutarmos por ter uma Vila diferente e mais atrativa e mais dinâmica, poderemos afirmar, como disse, o Concelho cheio de potencialidades humanas, turísticas, agrícolas e patrimoniais.
A aposta num turismo seguro e de qualidade, o apoio ao desenvolvimento de novos nichos de agro-indústria, apostando na agricultura biológica de forma ordenada, na reflorestação controlada, e numa dinâmica cultural mais ousada sem ser gastadora, contribuirá para “vender-se” o Concelho à região, ao país e ao mundo.
Temos de apostar no conhecimento, na cultura, no turismo, só assim faremos desaguar pelos novos rios que são as novas estradas, gente que nos visita e deve permanecer por cá e criar-lhes o gosto de voltarem muito mais vezes e fruírem das pessoas e do que produzimos e temos de bom, pois só assim poderemos atrair novos investimentos.
Não podemos deixar morrer as nossas aldeias e temos de aproveitar as riquezas que lá ainda existem, as pessoas e tudo o que elas oferecem.
As pessoas, o seu bem-estar e o desenvolvimento do Concelho são as nossas promessas que assentam em uma única só: Trabalhar, trabalhar e trabalhar muito, para influenciar o sentido negativo da situação que se vive. Vamos com o apoio de todos os carrazedenses, jovens, mulheres, e adultos e até os mais idosos fontes de saber, inverter onde ainda se for a tempo o paradigma redutor que nos está a tornar amorfos.
Meus amigos, muito sinteticamente quero-vos falar de uma falácia, de uma meia verdade utilizada por alguns, a redução da divida da Câmara, mote de pré-campanha do atual executivo. Ela continua a existir porque não está verdadeiramente contabilizada e não foi feita por nós, e há alguém que quer desculpar-se mas que tem responsabilidades politicas na sua existência. Também não queremos nem vamos gastar à tripa forra e vamos controlar a divida mas queremos obra que ainda é necessária neste Concelho, atrasado em relação aos nossos vizinhos. E não iremos esperar pelo ano de eleições para realizar obras porque queremos desenvolver o Concelho e suas aldeias a partir do momento que formos executivo e tomarmos conta dos documentos orientadores e da situação real do município.
Iremos influenciar a realização de iniciativas que se paguem a elas próprias e tragam gente e deixem dinheiro na terra. E o que é preciso é vontade e trabalho (Raid, Desportos náuticos…).
Temos estratégia e uma visão de conjunto, e nós sabemos o que é possível e o que queremos e os que as populações anseiam porque as ouvimos e ouviremos sempre. Caros carrazedenses, abramos os olhos e tenhamos cuidado com os rebuçados que nos andam a oferecer.
A Câmara será uma casa onde os funcionários serão estimulados, a terem ainda um desempenho melhor, e nunca as preferências ideológicas serão motivo para qualquer tipo de marginalização e nem de eventual promoção. Já estamos a ganhar, e em vantagem porque nem trilhámos os mesmos caminhos, e estamos em vantagem porque as pessoas que para nós estarão sempre em primeiro lugar, tenham elas a simpatia politica que tiverem, sabem como somos sérios, honestos, trabalhadores, e não um grupelho de clandestinos e malfeitores. Somos carrazedenses e temos também orgulho de representar o Partido Socialista que também tem um Plano para Portugal. Não podemos perder esta oportunidade de mudança.
As pessoas já se estão a aperceber, a dar conta que o que precisámos, o que o Concelho precisa é de gente, homens e mulheres, como vós, como os nossos candidatos, que trabalham e vão trabalhar para todos os carrazedenses sem sectarismos.
Aqui estou para convosco seguir um novo rumo de gestão, concretizar o nosso projeto estratégico de desenvolvimento concelhio, para a construção de um Concelho de pessoas estimadas e mais alegres, de um concelho com uma Vila atrativa, aldeias dinâmicas com o apoio das gentes de carrazeda. Queremos influenciar investimentos, queremos aumentar os números de carrazedenses empregados no seu próprio Concelho, queremos que os filhos da terra cá fiquem, para connosco afirmarmos o nosso Concelho vastamente rico, e, por isso, cheios de entusiasmo, vamos todos Agir por Carrazeda, seja qual for a nossa posição politica, pois, só assim com toda a certeza afirmaremos o Concelho em todo o mundo. E, por isso, é fulcral para haver mudança, todos, mas todos fazermos um esforço de esclarecimento junto dos que vivem nas aldeias e na Vila. É hora de remarmos todos para o mesmo lado e já que pegamos com a mão no arado vamos em frente com alegria por que a mudança vai ser uma realidade que se sente já entre o medo das pessoas e a vontade de serem ouvidas. Vamos com coragem e sem medo Agir por Carrazeda, pelos carrazedenses e assim Afirmar o Concelho, razão de ser desta Candidatura, fazer bem e melhor sem esquecer as pessoas.
Não importa procurar culpados para certos fracassos que foram consolidados porque quem geriu os destinos da autarquia ao longo desta vintena de anos. Cabe a cada um dos carrazedenses no silêncio da sua consciência, dar a confiança às nossas equipas, quer para a Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia para numa dinâmica de alternância darmos corpo ao nosso Plano Estratégico de Ação. Os jovens fazem parte deste desafio. Queremos com eles inverter o rumo e contribuir para a sua fixação na sua terra e, vamos ouvi-los nos seus órgãos próprios.
Sei como Miguel Torga que "Nas duas grandes horas da Vida — a nascer e a morrer — o homem bebe sozinho o seu cálix. No trajecto entre os dois pólos, acobardado pela maior consciência da espessura da bruma, arregimenta amigos e companheiros. Mas a sua unidade é ele. Mesmo que consiga ter à volta a maior multidão — vai só." Mas hoje sei que já não vou só nesta gesta de cidadania, vou convosco, consciente que juntos somos mais fortes e já estamos a vencer porque a partir de agora já nada vai ser como antes. Com a nossa união e a nossa fé vamos vencer e a ajudar outros a vencer o imobilismo, e assim a nossa terra ainda vai passar a ter mais sentido porque todos vamos contribuir para a Afirmar cada vez mais e melhor na região e no mundo.
Temos a partir de hoje todos, aqui na Vila, nas aldeias, nos vários sítios o papel de elucidar os eleitores para que sejam coatores da mudança. E parafraseando Torga de novo, “é urgente chamar o povo à realidade nacional. É preciso interessá-lo de verdade no processo social, onde ele tem o único papel que conta. — Para isso?... — Convidá-lo desde já a votar livre e claramente. Chamá-lo a determinar-se, a escolher os seus homens, a responsabilizar-se no seu destino, — Esse destino é?... — O destino de todos os corpos vivos: crescer, multiplicar-se, procurar a felicidade, e deixar no seu caminho uma nítida e aberta marca de compreensão e de amor. Sei que seremos juntos capazes.”
É com satisfação e sentido de serviço que eu e que todos os que concorremos, concorremos com o apoio do PS, por isso ergamos a cabeça e lutemos por um Concelho mais ousado e mais aberto, e se tiver que ser que seja agora que se vai fazer a alternância para o bem de cada um. Não é hora de adiar, como em Lisboa os governantes tudo estão a fazer por adiar Portugal.
O vosso conterrâneo e Amigo João Manuel Sampaio
 
 
Carrazeda de Ansiães,7 de julho de 2013